terça-feira, 31 de maio de 2011

Viajar é preciso

Sempre que você não encontrar as informações de que precisa no lugar onde está, mude. A resposta que você não achar dentro de você, busque fora. Não sinta medo de pedir ajuda, de recorrer, de buscar alternativa.

Amyr Klink já dizia que “um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ver”.

Quando li esta frase decidi que seria a epígrafe do meu relatório escrito para o trabalho de conclusão de curso, estava pronta mais uma página.

O podcast completo está disponível aqui.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

As horas que viram segundos

Transformar horas em segundos parece coisa pra mágico. Mas acredite que um mero estudante de Jornalismo é capaz dessa façanha. Ou pelo menos é obrigado a isso quando se trata da edição de um trabalho de conclusão.

A gente pensa que nada pode ficar de fora. E acaba numa sinuca de bico quando tem que escolher quais imagens serão aproveitadas na versão final do TCC. Além disso, o mundo continua girando lá fora, por mais que você faça torcida contra. E o futuro almejado deve ser projetado desde cedo. Não perca a hora.

Confira a coluna desta semana no site do Caros Ouvintes.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Palavras de consolo

Nos últimos dias venho postando sobre assuntos que não estão diretamente relacionados ao TCC, propriamente dito. Mas a minha intenção, com isso, é mostrar que nem só de TCC vive um acadêmico.

Existem outras coisas no mundo que não parou de girar, ao contrário do que você pensa, enquanto você termina sua faculdade. E somos obrigados a ficar ligados em tudo e em todos, ao mesmo tempo.

Já ouvi relatos de crises de desespero, choros e um monte de outras reações, passageiras ou crônicas, que um TCC pode provocar. E já vivi algumas experiências ao longo desse semestre que me fizeram refletir. Isso tudo tem um único nome: ansiedade.

Andamos nos últimos três anos e meio a uma velocidade não tão depressa. E agora, nos últimos minutos do segundo tempo, nos vemos diante da responsabilidade de fazer um trabalho de conclusão bem feito. E achamos que pra isso devemos acelerar até o fundo.

Não deixa de ser uma verdade, é preciso por ritmo e apressar o passo, mas não ao ponto de quebrar as pernas correndo. Ainda dá tempo para ouvir as velhas palavras de consolo como as que ouço todos os dias: “simplifique”, “calma, vai dar tudo certo”.

Parece banal, coisa que o seu inconsciente sabe, mas não pratica. O importante nisso tudo é disseminar o entusiasmo. E fazer com que essas mensagens se espalhem. Afinal, positividade atrai coisas positivas e o inverso também.

"Quando você se irrita, naturalmente você baixa seu padrão espiritual e acaba atraindo coisas ruins para a sua vida" - Zibia Gasparetto

terça-feira, 17 de maio de 2011

A diferença entre o remédio e o veneno é a dose

Algumas diferenças ou semelhanças na vida são muito sutis. Para não errar a medida, é preciso observação e equilíbrio.

Nem só de TCC se faz uma faculdade. O trabalho dignifica o homem, mas as férias são sempre oportunas. Viajar é preciso, e voltar pra casa e retomar a rotina é fundamental; gratifica na medida em que você se dá conta de que é dono de si mesmo e tem responsabilidades.

Conforme crescemos, executamos etapas da experiência no mundo, percebemos que as escolhas fazem parte do roteiro e nem sempre são fáceis.

Está no ar a coluna desta semana no blog do Caros Ouvintes. Confira.

terça-feira, 10 de maio de 2011

E se o palhaço um dia estiver triste?

A gente sabe ou imagina que nem todo mundo é simpático às câmeras como são naturalmente os jornalistas da televisão. E estes devem ter a sensibilidade para descobrir quem pode ser convencido ou não a dar um depoimento para o vídeo.

Mas é preciso respeitar o limite da ética e não ultrapassar a barreira do respeito. Para fazer essa reflexão lembrei a figura do palhaço que está sempre sorrindo e me questionei sobre a disposição que ele tem para sorrir sob qualquer circunstância.

Confira esse podcast no site do Instituto Caros Ouvintes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

No dia do aniversário da minha avó

Eu procuro um jeito de homenagear minha avó neste dia. Achei que o título do post de hoje não está de bom tamanho, mas é o que pude pensar a essa hora.

Hoje ela, a minha Vó do Dé, comemora sete décadas de vida, setenta rosas em seu jardim. Jardim que já teve muitos espinhos e alguns ainda estão lá, mas agora, com o adiantado dos anos, passam despercebidos.

Dedico a ela a coluna desta semana do site Caros Ouvintes. O tema nada tem a ver com a sua doçura, ela está longe dessa realidade jornalística de lutas diárias pela informação e pela verdade.

E ela também não é uma artista de TV, é uma artista da vida. Que já travou muitas lutas pela felicidade que, acredito, ela tenha encontrado. Feliz aniversário, vó!
Faço essa homenagem hoje, pois a vida não se resume em trabalhos de conclusão, seja ele de curso, a conclusão de um serviço, de uma etapa. Junto com eles vêm as pessoas, a família. E também os amigos, pessoas queridas. A vida é humana, não se resume em coisas.

Aproveite o dia e não esqueça de espiar a coluna, acesse aqui.