São poucas as lembranças que eu tenho dos primeiros semestres da faculdade. Que agora na última fase voltam à tona. Recordações que não poderão ficar de fora nos discursos da cerimônia de formatura. Vá anotando tudo.
Tagarelando com o amigo Heron Diomar, na praça de alimentação da “facu”, relembramos um afamado jargão que era repetido muitas vezes por um professor querido, mais afamado ainda - no melhor sentido do termo - no meio acadêmico.
“Na dúvida, ponto” – dizia aquela voz com sotaque diverso, por muitos imitado. Era argentino, sim.
Grandes lições de jornalismo e de vida puderam ser apreciadas pelos atentos. Felizmente, a figura da qual me refiro ainda circula pelos corredores e salas de aula. Diferente de muitos outros queridos que já não fazem mais parte do quadro de docentes.
Aplico esse valioso pequeno ensinamento em meus textos e faz surtir efeitos positivos. Experimente.
E não esqueça de agradecer ao mestre: Professor Billy Culleton.
Eu ia pra aula com camisa do Boca só pra irritar o cara. Era um figura
ResponderExcluirSensacional Jaque!
ResponderExcluir"Fora do comum", a matéria de redação mistrada pelo Mestre Billy Culleton. Tudo detalhado, muito bem "explicadinho". Aprendemos fácil, fácil com ele. E lembrem-se, na dúvida PONTO.