Quando contamos o dinheiro que ganhamos, a estupefação jamais se compara a quando contamos o dinheiro que gastamos. Os dígitos somem tão magicamente da nossa conta bancária e apesar do esforço de tanto tempo que temos para adquiri-los.
Veja bem, não estou vangloriando bens materiais, mas não nego que o conforto de ter algum pra gastar é bom e todo mundo gosta. E o dinheiro pode nos dar conforto. E pode nos dar muito mais.
Um carro zero quilômetro, por exemplo, uma casa, roupas, calçados, comida. Dos bens mais basilares aos mais supérfluos. Também pode pagar por um pouco de conhecimento. Aquele que conseguimos por meio de um curso superior. Ora supérfluo, ora fundamental, depende do ponto de vista.
O fato é que ao longo de quase quatro anos na faculdade, fazer esse tipo de cálculo não é nada agradável ao ego financeiro.
Veja porque e outras coisas na coluna desta semana no site do Caros Ouvintes.
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