quinta-feira, 7 de abril de 2011

Simplifiquei

A partir do momento em que determinei que tudo fosse belo, tudo se fez belo. Simples assim. Não foi preciso um filme nem um último capítulo de novela, tão pouco uma música daquelas que marcam época.

Fiz tudo ficar muito simples, a tal ponto de me deixar levar pelo depoimento do meu entrevistado maior, Mário Motta, que quase me fez chorar.

Vejam só, o cara decorou um livro quando tinha nove anos, mal sabia ler e escrever. E meio século depois, ele se lembra de quase todos os versos, sendo capaz de interpretá-los. O nome do livro infelizmente ficarei devendo.

Minha memória anda me deixando cada vez mais desamparada. Estou muito dependente. Das imagens. Das transcrições. Acho que esse ataque de informações diário acaba por levar a mente à exaustão.

Por isso me dei direito a uma trégua.

Mas como assim, com tanta coisa pra fazer? Ei, você tem um TCC pra terminar, diria o leitor preocupado. Ao que respondo: tudo tem seu tempo.

Por isso não se desespere. Reserve uma hora para caminhar no parque, ouvir o som da cidade e pensar em nada. Na volta tudo parecerá muito mais simples. Eu garanto!

Nenhum comentário:

Postar um comentário